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Denarc Maringá apreendeu mais de 8,4 toneladas de drogas em 2021

A forte atuação no combate a organizações criminosas resultou em mais de 8,4 toneladas de drogas apreendidas pela Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc),

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Vacinação, pelo bem do coletivo

O avanço da imunização traz benefícios; e o que fazer quando o funcionário se recusa a tomar a vacina?

 

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Para proteger consumidores, classes profissionais têm regras próprias para publicidade; pequenas empresas devem tomar cuidado com uso de fotos, propaganda enganosa e frases discrim



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QUEM SOMOS

A ACIM - Casa do Empreendedor de Maringá, hoje com quase 5 mil associados, está sempre em busca de boas ideias que possam estimular o desenvolvimento de Maringá. E é por meio do apoio aos associados que a ACIM tem no associativismo um dos principais pilares da economia regional.

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O brilho do Natal está de volta
O brilho do Natal está de volta

A mudança de endereço, maior presença nas redes sociais e a retomada econômica estão sendo decisivas para o aumento das vendas na Dygran, especializada em moda plus size. Tanto que mês a mês, desde agosto, o faturamento tem superado o período pré-pandemia em 15%. A loja, que chegou a ter dois funcionários, agora tem quatro, e o otimismo toma conta da equipe. Segundo a gerente Angélica Duarte Michelan, a nova loja, com mais do que o dobro do tamanho anterior, na mesma rua, tem mais visibilidade e exposição de produtos. A empresa também tem investido em tráfego pago nas redes sociais e comprou estoque 20% maior que no ano passado. “Temos expectativa de vendas boas para este Natal”, conta Angélica. A loja vai investir em outro atrativo, o sorteio de uma mala cheia de roupas em dezembro. Parte das compras dos consumidores será paga com o incremento de R$ 406 milhões que o 13º salário deve trazer à economia de Maringá, levando em consideração apenas os trabalhadores do mercado formal e ativos – a conta não leva em consideração aposentados e pensionistas. O valor é 6% superior a 2020. Atualmente, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Maringá possui 156,6 mil trabalhadores com carteira assinada que serão beneficiados com o rendimento adicional. Em média, cada trabalhador receberá R$ 2.539,61. Comércio e serviços respondem por 74% dos empregos formais e 78% do total de 13° injetado na economia. Os dados são do Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem).   Decoração nas ruas A expectativa de bons negócios é generalizada. Ainda mais depois do Natal atípico de 2020, sem luzes e enfeites na cidade e um cenário preocupante em relação à pandemia. Em 30 de novembro do ano passado os hospitais de Maringá registravam alta taxa de ocupação: os leitos gerais chegaram à marca de 94%, e havia restrições no comércio. Passado um ano, a pandemia ainda faz parte da rotina, mas o cenário é diferente: até meados de novembro mais de 91% da população adulta havia tomado ao menos uma dose da vacina contra a covid-19 e mais de 80% recebeu duas doses ou a dose única. Segundo a prefeitura de Maringá, o momento ainda pede cautela, mas os indicadores permitem que a ‘Maringá Encantada’ seja retomada. “Faremos uma preparação para retomar o formato de grande evento no Natal de 2022”, afirma o secretário de Inovação, Aceleração Econômica, Turismo e Comunicação, Marcos Cordiolli. A programação foi aberta com o acionamento das luzes da decoração nas ruas e a apresentação do espetáculo ‘Vida, Paixão e Ressurreição de Cristo’, com novas passagens, incluindo o nascimento e a infância de Jesus. No período natalino ainda terão outras atrações, como Feira de Food Trucks, Feira de Artesanato, Feira da Associação Gastronômica, brinquedos infantis e o tradicional trenzinho do Provopar, que sairá diariamente da praça Renato Celidônio até 10 de janeiro. A programação inclui a agenda de espetáculos da Secretaria de Cultura, como o projeto ‘Arte nos Parques e Praças’, com apresentações em espaços públicos; a Virada Cultural em formato online; o Cinema a Céu Aberto; e o Festival Maringá Encantada Gastronômica, um concurso com pratos com tema natalino. Os estabelecimentos participantes deverão ofertar opções com preço fixo de R$ 49,90. Entre 3 dezembro e 10 de janeiro, o Parque do Japão estará em clima natalino com enfeites e luzes. Em 20 e 22 de dezembro haverá apresentação do Auto de Natal na Praça da Catedral.   Atrações nos shoppings No Shopping Catuaí, em volta de uma árvore majestosa de 15 metros de altura, o cenário é preenchido com plantas, árvores e elementos de jardinagem com o formato de símbolos natalinos. O espaço conta com circuito de brinquedos gratuitos, com escorregador, gira-bolas e um piano no chão para ser tocado com os pés. Outra atração é o carrinho nos trilhos que dá voltas e passa por um túnel dentro da árvore de Natal, ao custo de R$ 10. “Nos últimos meses sentimos a força da retomada econômica, principalmente no Dia das Crianças, e isso nos faz acreditar na força das datas de varejo do segundo semestre, como Black Friday e Natal, por isso, estamos com as expectativas positivas”, afirma a gerente de marketing, Vânia Almeida. Uma das estratégias de vendas é o serviço gratuito de Assistente de Compras, em que o consumidor pode fazer compras por aplicativos de mensagens e receber em casa grátis em um raio de até 30 quilômetros. No Maringá Park a inspiração veio dos Contos de Natal: Pinóquio, Quebra-Nozes e São Nicolau saem de livros gigantes para compor o cenário, que conta com presépio, guirlandas, árvores de Natal e, claro, o Papai e a Mamãe Noel. Já no Avenida Center a aposta foi em um ‘recomeço’, traduzido em uma decoração que tem o branco como destaque. “Queremos mostrar que acreditamos que dias melhores estão por vir”, afirma a coordenadora de marketing, Tatiane Girardi. O Shopping Cidade também traz decoração para a data.   Expectativa de compras De acordo com levantamento da ACIM, 64% dos maringaenses planejam comprar presentes no final de ano. Dos que pretendem ir às compras, 71% comprarão roupas e 56% terão gastos maiores neste ano. A pesquisa aponta ainda que o consumidor deve presentear em média quatro pessoas. Os respondentes indicaram que costumam pesquisar preços antes de comprar, 47% buscam informações diretamente nas lojas e 54% são atraídos por divulgações feitas em redes sociais. Foram ouvidas 404 pessoas no centro da cidade entre 27 e 29 de outubro.

O que querem os Consumidores?
O que querem os Consumidores?

Empresas mudam estratégias para atender consumidores que aprenderam ou ampliaram compras pela internet, valorizam o morar bem e ainda têm no preço um balizador da compra   Nos últimos dois anos o consumidor foi forçado a novos hábitos diante da ameaça do coronavírus. O isolamento social trouxe uma ruptura abrupta na sociedade e, como consequência, mudanças de padrões de consumo tiveram forte aceleração. A digitalização dos negócios e a intensificação do uso de canais digitais de interação com os consumidores são exemplos de tendências aceleradas. “O fato é que fomos obrigados a nos tornar pessoas e empresas mais digitais do que antes”, avalia o consultor e professor da Fundação Dom Cabral, Flavio Nusbaum. Lidar com a velocidade dessa dinâmica e interpretar as novas demandas dos consumidores se tornaram imperativos para os negócios. Até porque os hábitos que emergiram com a pandemia parecem condicionar às expectativas de consumo. “As empresas que conseguiram acelerar e/ou migrar seus negócios para o digital estão tendo resultados melhores do que as que não foram capazes de ajustar seus modelos de negócios, gestão, logística e operação”, comenta Nusbaum.   Era digital O comércio eletrônico foi a saída mais segura – quando não a única - para abastecer a casa e saciar os desejos consumistas durante os meses de restrições de circulação. Até os resistentes renderam-se à comodidade das compras pela internet e o que era tendência tornou-se consolidado. Segundo relatório da Webshoppers, mais de 7,3 milhões de brasileiros fizeram a primeira compra online durante a pandemia e descobriram a praticidade e a segurança do universo virtual. Algo do qual não devem abrir mão, seja para adquirir produtos ou contratar serviços. “Esse é um comportamento que deve permanecer, já que muita gente se acostumou à comodidade e praticidade de receber o que precisa no conforto do lar. As compras online chegaram para ficar e passam a ter um papel importante no consumo”, afirma o gerente de Marketing e Parcerias da Anymarket, Pierre Baptista – a Anymarket é um integrador de marketplaces. Só que além de mais digitais, os consumidores estão mais exigentes. Segundo Baptista, eles atuam em multicanais e querem a mesma qualidade de atendimento tanto no físico como no digital. “Os lojistas precisam ouvir e entender a demanda dos consumidores e descobrir como se diferenciar no mercado para propor experiências válidas e que tragam fidelização”. Embora o novo consumidor valorize a identificação e a representatividade das marcas, condições diferenciadas e especiais pesam na hora de fechar a compra. Pesquisa do Webshoppers mostra que 42% utilizam o frete grátis como fator decisório na compra. “Percebemos uma grande movimentação das empresas para a otimização logística, muito em função da exigência do cliente em pagar menos, ou nada, e receber rápido o produto”, pontua o gerente da Anymarket. Não menos importante é a experiência no processo de compra online. E aí entram a criatividade e a inovação. Checkout inteligente, inteligência artificial para recomendação de produtos e comparador de preços são algumas ferramentas para influenciar e otimizar a decisão de compra. “Uma marca que possui estratégia de Customer Centric tem muito mais chances de se aproximar de uma recorrência de compra e até fidelização do público”, assegura Baptista.   Canais e comportamentos De site próprio a marketplaces, passando por redes sociais e WhatsApp, são muitas as opções de canais digitais para compras, e essa diversidade é fundamental considerando que cada um tem particularidades e público-alvo. Essa diversidade também se estende ao tempo de navegação e tomada de decisão. Dependendo da necessidade e interesse do consumidor, o processo pode levar horas, dias e até semanas. Em média, são sete dias de visitação ao site ou aplicativo até a escolha e fechamento do negócio, mas há situações em que esse período leva de 24 a 48 horas. “A taxa de conversão média de mercado de um e-commerce no mês é de 1,5%, ou seja, 98,5% dos usuários que chegam ao e-commerce não realizam a compra, mostrando que possuem um comportamento de buscas, pesquisas e comparações antes de comprar”, diz Baptista.   Econômicos e conscientes O comportamento de pesquisar antes de comprar impacta também os negócios físicos já que, segundo o professor Nusbaum, o consumidor está mais sensível ao preço. “O consumidor só estará disposto a pagar mais caro por um produto ou serviço se reconhecer diferencial competitivo que agregue valor para ele naquele momento. Note que é fundamental que esse diferencial seja reconhecido pelo consumidor”. Ele usa como exemplo uma ida à livraria. Com acesso à internet, é possível consultar e comparar o preço do livro da estante ao do e-commerce. Se ter o livro em mãos é um diferencial competitivo, o consumidor paga, ainda que mais caro, e compra na livraria física em vez de economizar e ter que esperar para receber o produto. Entretanto, existe ainda forte fator financeiro nessa mudança de comportamento. A pandemia trouxe redução significativa do poder de consumo, levando o consumidor a focar também na sustentabilidade sobre quais produtos e serviços são, de fato, necessários. Nusbaum também chama a atenção para o fator confiança. “Uma pessoa decide comprar um imóvel e financiá-lo em 30 anos baseada na confiança de que terá dinheiro para pagá-lo. Quando a confiança cai, a tendência é de retração das compras, sejam de itens baratos ou caros. Por falta de confiança, mesmo que tenha o dinheiro, tem quem prefira deixá-lo no banco porque não tem certeza de que amanhã continuará ganhando”.   Compras e lazer A relação do brasileiro com o shopping migrou ao longo dos anos de destino de compras para opções de lazer. Cinema, restaurantes e serviços, somados ao mix de lojas à segurança e comodidade do ambiente, conquistaram o público, contribuindo para que o setor prosperasse mesmo em períodos de crise econômica. Só que veio a pandemia e o setor não passou ileso. Pelo contrário, foi um dos mais impactados pelas medidas restritivas. Estima-se que mais de 11 mil lojas foram fechadas e R$ 90 bilhões de vendas foram perdidas durante os meses em que os shoppings permaneceram fechados. “No auge da pandemia, nossa preocupação girava em torno de levar os serviços e produtos dos lojistas aos consumidores, sem risco de contaminação, e garantir a sobrevivência financeira dos empreendimentos. A criatividade permitiu que os shoppings passassem pelo maior desafio econômico e sanitário de sua história”, conta o presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), Glauco Humai. E a mesma criatividade segue porque, além de buscar a recuperação das perdas com a pandemia, o setor precisa se transformar para continuar relevante frente aos novos tempos e ao perfil do consumidor pós-pandemia. Mais do que nunca, a experiência e as opções de consumo vão ditar o ritmo do retorno. Para o presidente da Abrasce, os lojistas continuarão transitando entre o físico e o virtual, mantendo ou mesmo aumentando a presença em marketplaces e plataformas de vendas virtuais, que durante a pandemia asseguraram a sobrevivência dos negócios. Em sua opinião, os serviços de drive-thru e delivery, incorporados nos últimos meses, também vieram para ficar. “Aliadas às vendas físicas, essas medidas vão contribuir para que o comércio do setor retorne ao patamar pré-pandemia e volte a crescer substancialmente”. Mesmo com a concorrência acirrada com o virtual, Humai vê os shoppings retomando o status de ambiente para namorar vitrines, caminhar sob a temperatura ideal, encontrar com facilidade produtos e serviços, ter lugar seguro para estacionar o carro e, claro, desfrutar de momentos de lazer. A previsão dele encontra respaldo na pesquisa da Abrasce realizada no ano passado, que apontou que, para 88% dos brasileiros, os shoppings representam sentimentos positivos como alegria, segurança, felicidade e confiança. “A rotina de passeios e compras está voltando, graças à vacinação e à queda nos números da pandemia. Muitos lojistas começam a investir em promoções e estratégias de vendas para o final de ano”, comemora Humai. Ele destaca que as ações levam em conta o perfil do público dos shoppings, formado por jovens e mulheres pertencentes às classes A, B e C. “São consumidores com maior escolaridade e preocupados com assuntos relacionados à economia, investimentos, bem-estar físico e mental, e com a formação da própria família”. Por isso, os preparativos e as promoções de final de ano incluem os protocolos sanitários, como a distribuição de álcool e a obrigatoriedade do uso de máscaras.   Lar doce lar O isolamento social também transformou a relação dos brasileiros com o ambiente doméstico. O lar, antes essencialmente um local de descanso, virou ambiente de trabalho e estudo. E, claro, essa ‘redefinição’ da funcionalidade da casa impactou o mercado imobiliário. Enclausurados e sem espaço para crianças ou animais de estimação brincarem, muitos foram em busca de imóveis amplos e com áreas verdes. Mas as ‘exigências’ de quem procura alternativas adequadas às necessidades da rotina caseira não param por aí. “A casa voltou a se tornar o centro das famílias, onde elas estudam, trabalham, fazem atividades físicas e têm momentos de lazer. Todos passaram a buscar imóveis que ofereçam qualidade de vida, comodidade, segurança e boa localização”, diz o superintendente da construtora A.Yoshii em Maringá, Márcio Capristo. Alinhada às tendências do mercado, a construtora tem incorporado aos empreendimentos soluções para as crescentes demandas por lazer e serviços, como lavanderia e espaços de conveniência. “Com as regras de distanciamento social, essa tendência consolidada em outros países começou a ganhar força no Brasil”, diz Capristo. Com a modalidade de home office, os coworkings assumem protagonismo nas preferências dos consumidores e, consequentemente, em projetos arquitetônicos como no recém-lançado Soul, empreendimento que começará a ser construído no ano que vem. “Entre as propostas que apresentamos nos decorados está a funcionalidade dos ambientes, pensando justamente no home office. Já nas áreas de convivência os coworkings não se traduzem apenas em um espaço delimitado por mesa e boa internet. Todo o ambiente é pensando para oferecer conforto, concentração, entre outras facilidades”. Mas o que não podem faltar nos lares brasileiros são as varandas e as áreas verdes. Um levantamento da Imovelweb, empresa com atuação nos 26 estados e no Distrito Federal, apontou que a procura por imóveis com varanda cresceu 128% em maio de 2020 no comparativo ao mesmo período de 2019. “A procura por imóveis com vista para áreas verdes aumentou durante a pandemia. Observamos que varanda e áreas amplas e abertas estão sendo decisivas para o fechamento de contratos”. “Os brasileiros têm buscado imóveis personalizados, que promovam experiências sensoriais, e isso tem revolucionado o mercado imobiliário de luxo”, completa o superintendente. A A.Yoshii tem cinco empreendimentos em construção na cidade, sendo que dois serão entregues no ano que vem.   Pesquisa O planejamento da A.Yoshii vai de encontro ao estudo recente realizado pela consultoria Brain, a pedido do Sinduscon/PR-Noroeste e Sebrae/PR. Os dados mostram que 60% dos lançamentos das construtoras em 2020 foram comercializados. O primeiro trimestre de 2021 fechou com quase 900 unidades vendidas em Maringá. O resultado acompanha o cenário nacional. Pesquisas da mesma consultoria indicam alta intenção de compra no país, em estabilidade de 35% a 40% ao longo dos últimos trimestres, sendo que 10% das famílias brasileiras já estão em busca de imóveis. Com base nos dados, o sócio-consultor da Brain Inteligência Estratégica, Guilherme Werner, prevê um 2021 de recordes - de lançamentos em algumas praças, vendas em outras e volume de financiamentos no país – e projeta um início de 2022 com estabilidade de vendas. “Tivemos um pico nos últimos trimestres que não deve se manter na mesma intensidade, ou seja, a aposta, sobretudo pelo novo desenho macroeconômico de aumento de juros e inflação acima da meta se dá para uma acomodação, não no sentido negativo da palavra, mas de platô superior ao que estávamos acostumados no período pré-pandemia”, avalia o consultor. O nível de exigência do consumidor também aumentou. A boa notícia é que o mercado está atento às aspirações de quem está em busca de imóvel. De acordo com Werner, os empreendedores estão predispostos a ter um entendimento profundo das necessidades do comprador do que simplesmente “lançar por lançar”. E aí, é preciso olhar as particularidades. Para alguns a qualidade de vida pode estar ligada à estabilidade da casa própria. Outra parcela busca contato com o verde e, por isso, compra uma casa em condomínio. Há aqueles que entendem que um imóvel perto da escola dos filhos, comércio, serviços e acesso intermodal é o ideal. “Em resumo, todos buscam qualidade de vida”. Outro detalhe que chama atenção é o ‘olhar’ para o interior do lar, em especial nas opções verticais. Embora os espaços comuns permaneçam protagonistas na escolha do imóvel, as áreas internas estão mais valorizadas. “Se preza tanto por uma varanda gourmet quanto por uma suíte – o que, no último boom, acabou sendo penalizada por projetos que privilegiavam apenas as áreas sociais. A dica é equilíbrio entre o íntimo e o social, de modo que uma planta não penalize nenhum desses ambientes de forma desproporcional”, conclui.

Conduta, imagem e linguagem alinhados
Conduta, imagem e linguagem alinhados

Manual de conduta vivenciado no trabalho ajuda a evitar deslizes e crises de imagem, mas não é só, comunicação e imagem pessoal dizem muito sobre colaborador e empresa   Uma foto de um funcionário fantasiado do ex-goleiro Bruno no Halloween. Um áudio discriminatório de um profissional de RH vazado e espalhado por todo o país. Aparentemente são duas situações - fora do local e horário de trabalho - em que as empresas não têm relação com a situação, certo? Errado. Em tempos em que uma informação se propaga rapidamente, uma atitude de um funcionário mesmo longe do local de trabalho afeta a imagem da empresa. Nos dois casos, as companhias precisaram se explicar e tomar providências. No caso da fantasia, o funcionário foi afastado e, no segundo, o departamento jurídico emitiu uma nota, em que se comprometeu a investigar o caso e a tomar medidas cabíveis. Diariamente empresas têm de lidar com situações como essas. O manual de conduta está tendo que ser vivenciado e ampliado para que a cultura da ética e valores seja respeitada dentro e fora da empresa. “E não é só publicar e dizer para os funcionários seguirem, é importante ser vivenciado, principalmente, pelos cargos de chefia”, comenta o consultor de Recursos Humanos e diretor a Associação Brasileira de RH, Clayton Carvalho de Souza. Para isso, é preciso informar os que estão chegando – sejam novos colaboradores, fornecedores ou clientes -, assim como a padronização de comportamentos, fazer valer a ética profissional e confirmar processos de trabalho. Com o manual, pequenos (ou grandes) deslizes e situações desagradáveis podem ser resolvidos e evitados, eliminando riscos como o de exposição da empresa. Mas como construir e manter esses valores no dia a dia? Souza acredita que tudo deve ter início com a diretoria, na formulação e cumprimento das regras, e também na elaboração e cumprimento das punições, que devem existir, principalmente em situações graves. “É burocrático, mas necessário para normatizar posturas e atitudes. Revisitar esse manual e relembrá-lo são importantes para criar uma cultura, que não ocorre da noite para o dia”. Condutas dos funcionários fora da empresa também devem ser citadas no manual, para não prejudicar a imagem corporativa em situações externas”. Ainda segundo o consultor, quando os valores se tornam sólidos, os novos colaboradores ficam cientes das condições. “Por isso, a importância na hora da seleção do novo funcionário. Ele deve estar consciente e aceitar o posicionamento da empresa, assim ao se posicionar em uma rede social, saberá as consequências de um áudio racista ou de um stories que possa ferir a moral e ética que aquela empresa prega”.   Canal de denúncias A Unimed Maringá sempre contou com um código de conduta baseado nos valores cooperativistas. Com o crescimento da companhia, houve a necessidade de se adequar à realidade local, ampliando e detalhando comportamentos e normas baseados no dia a dia dos colaboradores, diretores, fornecedores e clientes. “É extremamente necessário ter este código de conduta, porque cada colaborador tem uma criação e forma de pensar, mas temos que padronizar normas de acordo com os valores da Unimed Maringá”, comenta a gerente de Controladoria e Compliance, Margarete Aparecida Valente Marchezim. O departamento tem como objetivo zelar pela conformidade das leis, normativas internas, externas, ética e moral da cooperativa. Para colocar em prática, foi elaborado um plano de ação em conjunto com as principais áreas. E o primeiro passo foi a criação de um documento contendo as especificações. “Estamos entregando um manual para todos os fornecedores e novos funcionários. Também estamos produzindo vídeos curtos abordando os temas, de forma simples e de fácil compreensão”, detalha Margarete. Condutas pessoais, no local de trabalho, nas relações comeciais, de relacionamentos externos, sustentabilidade e direitos humanos são abordados no documento. No que diz respeito à conduta no local de trabalho são abordados temas como vestuário, importunação sexual, discriminação e preconceito e cuidados com a marca. A gerente ainda explica que, além do manual, o departamento de Compliance desenvolve outras ações, como o canal de denúncias anônimas. Clientes, fornecedores, colaboradores e qualquer pessoa que se sintam prejudicados podem escrever denúncias no site da cooperativa (https://www.unimed.coop.br/web/maringa/denuncia-anonima). “Todas as denúncias são investigadas. Temos um comitê de conduta e ética com representantes de vários setores que avalia e decide a medida a ser tomada. Outra ação é a gestão de risco. Criamos um mapa para identificar ações e colocar planos de contingência em prática”. Para Margarete, as empresas estão sendo obrigadas a, mais do que nunca, estar em conformidade com as normas éticas e legais, e colocar tudo isso no papel. “Hoje a sociedade está mais crítica e não aceita comprar um serviço de uma empresa que comete fraude, por exemplo.”   Imagem corporativa Estar bem-vestido é apenas um dos itens para uma boa imagem corporativa. Funcionários, diretores e todos envolvidos, direta e indiretamente, devem estar alinhados aos valores da empresa. “Tudo começa com um estudo de perfil da empresa e das pessoas que lá trabalham, ou seja, o que se busca comunicar e como se comunicar com seu público. É importante ter os objetivos de imagem alinhados entre a equipe, para que todos possam consolidar o produto ou serviço oferecido, de forma eficiente e assertiva”, diz a consultora de imagem, Jacke Polsaque. Ela junto à sócia Denise Piva, também consultora de imagem, formam a Due Consultoria de Imagem. Além da imagem de cada profissional, abordagem e postura e tom de voz durante o atendimento, seja em modo presencial ou online, devem ser trabalhados para que a imagem do negócio seja clara. “Um posicionamento de imagem vai atingir a produtividade e os resultados finais da empresa, no financeiro. Quando todos falam a mesma língua e vivenciam o negócio, automaticamente, impacta positivamente o negócio”, complementa Denise. Para elas, consultoria de imagem é trabalhar com a essência da corporação, por meio de um estudo e da intenção de imagem alinhados aos objetivos. “Com esse perfil em mãos, vamos trabalhar os elementos de design, cores, modelagem e tecidos. Lembrando sempre de nunca descaracterizar os valores e desejos da empresa ou profissional. Promover atitudes e comunicação visual no dia a dia são alguns dos focos. “Por meio dos treinamentos, falamos da autoimagem e do autocuidado. Mostramos o lado positivo para os colaboradores e os benefícios que eles terão ao cuidar da própria imagem e levarão isso para a vida. Ele vai comunicar o que há de melhor”, complementa Jacke. Outra dica é o minimalismo: “menos é mais”. “Quando usa acessórios chamativos, o profissional tira o foco do observador, tira o foco do seu conteúdo, de seu produto. O mesmo funciona para sapatos, bolsas, relógios e maquiagens. Com itens menores é possível harmonizar o visual, priorizando o conteúdo”, exemplifica Jack. Quando o assunto é perfume, a recomendação é o mínimo também. “O que é bom pra mim pode não ser para o outro”, aconselha.   Dicas de comunicação nos canais online — Para a construção da imagem é necessário uma boa comunicação e, para isso, é necessário condutas específicas. No mundo das redes sociais e conversas via WhatsApp/Telegram não é diferente. Como o profissional vai conversar com o cliente, desde as primeiras palavras ele pode construir ou destruir uma relação empresa-cliente. “A forma de chamar o cliente, por exemplo, faz diferença. Num primeiro momento, qualquer aspecto de intimidade pode afastá-lo. Chamar o cliente de flor, amiga, querido pode não agradar. Mostrar-se prestativo de uma forma impessoal pode ser o caminho para o início de relação virtual”, diz a consultora Denise Piva.   Denise Piva e Jacke Polsaque dão outras dicas: - Seja objetivo - Evite mensagens de voz: inicialmente a prioridade é o texto sempre atentando para uma boa gramática, pontuações e sem abreviações - Cuidado com emojis: a preferência é por uma conversa formal e curta. Como os emojis tornam o diálogo descontraído, a recomendação é que sejam usados por quem possui mais intimidade. Não é proibido, mas use-os com moderação - Nas redes sociais: seja objetivo e claro - salvo empresas com perfil descontraído e que optam pelo diálogo jovem e informal - Quando o assunto demandar mais tempo, opte pela ligação. Combine um horário com o cliente e cumpra - Como a linguagem depende do público – jovem ou austero, por exemplo – a empresa precisa definir seu perfil e a imagem que quer transmitir.


ACIM - ASSOC. COM. E EMPRESARIAL DE MARINGÁ, CNPJ 79.129.532/0001-83, RUA BASÍLIO SALTCHUCK, 388 CEP 87.013-190 CENTRO - MARINGÁ PR

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