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QUEM SOMOS

A ACIM - Casa do Empreendedor de Maringá, hoje com mais de 5 mil associados, está sempre em busca de boas ideias ...



QUEM SOMOS

A ACIM - Casa do Empreendedor de Maringá, hoje com mais de 5 mil associados, está sempre em busca de boas ideias que possam estimular o desenvolvimento de Maringá. E é por meio do apoio aos associados que a ACIM tem no associativismo um dos principais pilares da economia regional.

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Edital para o parque do Tecpar em Maringá entra na reta final
Edital para o parque do Tecpar em Maringá entra na reta final

O Instituto de Tecnologia do Paraná está com edital aberto para chamamento público para prospecção de interessados para ingressar no Parque Científico e Tecnológico do Tecpar em Maringá. O objetivo é receber no espaço empresas com propostas de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) na área de saúde para instalação no parque tecnológico. Ao total, quatro áreas do parque tecnológico estão identificadas no edital, totalizando cerca de 30 mil metros quadrados em um terreno cedido pela prefeitura de Maringá. Podem participar do chamamento público pessoas jurídicas, como instituições de ensino superior e institutos de ciência e tecnologia, bem como empresa de base tecnológica, nacionais ou estrangeiras, isoladamente ou em consórcio. “Ser um ambiente de inovação é uma das premissas do Parque Científico e Tecnológico do Tecpar em Maringá, que deve reunir empresas de base tecnológica com produtos e serviços que sejam resultados de atividades de pesquisa, desenvolvimento tecnológico ou de inovação”, salienta o diretor-presidente do Tecpar, Jorge Callado. “Nosso objetivo é que este espaço seja referência na área de inovação para o país e um propulsor para a economia regional, com atração de investimentos que gerem empregos qualificados na região”, destaca Callado. PRIMEIRO PASSO - O diretor de Novos Negócios e Relações Institucionais do Tecpar, Lindolfo Luiz Junior, observou que o chamamento público é o primeiro passo do processo para a instalação das empresas no parque. "Os empreendimentos interessados deverão submeter proposta com a documentação solicitada no edital. O parque tecnológico é uma iniciativa estratégica, que atende a mobilização da sociedade civil regional", detalhou. COOPERAÇÃO – Ao se instalar no Parque Científico e Tecnológico do Tecpar em Maringá, a empresa passa a participar de projetos de cooperação com o instituto, como programas de estágios conjuntos, projetos de Pesquisa e Desenvolvimento realizado pelas instituições e compartilhamento de laboratórios, por exemplo. PRAZO E EDITAL - Os interessados em participar do parque tecnológico do Tecpar em Maringá podem apresentar suas propostas até 26 de agosto. O edital completo, com todas as informações para a participação no chamamento público, está disponível em http://www.tecpar.br/chamamento_001_2020. Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em: http:///www.facebook.com/governoparana e www.pr.gov.br

“Temos a chance de criar uma sociedade melhor ou pior”
“Temos a chance de criar uma sociedade melhor ou pior”

Em um passado nada distante, não eram poucos os profissionais que planejavam passar mais tempo com a família ou tirar um ano sabático. Pois bem, o futuro chegou. E precisa ser vivido. “Estamos obrigatoriamente dentro de casa, conectados às famílias. Me parece prejudicial pensarmos no pós-pandemia neste momento, no futuro ‘ideal’ como costumávamos fazer. Vale o esforço para viver o hoje”, opina o jornalista Marcos Piangers. Especialista em tecnologia e inovação, Piangers acredita que é possível transformar a pandemia da Covid-19 num profundo aprendizado e aprimoramento. “Temos a chance de criar uma sociedade melhor ou pior, é uma bifurcação que acontece em todos os momentos históricos”, destaca o jornalista, autor do best-seller ‘O papai é pop’. Para o mercado corporativo, ele acena para dois caminhos. Um com empresas mais humanas, de trabalho remoto e assíncrono, treinamentos constantes e trabalhadores inspirados. O outro é de monopólio, com empresas sem comprometimento social e limitando o acesso de negócios menores a mercados importantes. Confira:   Há quem diga que a pandemia antecipa mudanças. Você concorda? Há tempos sofremos uma série de impactos da tecnologia na nossa relação com o trabalho. Antigamente trabalhávamos até as 18h e agora vamos até as 22h. Levamos trabalho para casa, respondemos e-mail e consultamos incessantemente o WhatsApp. Sem falar nas possibilidades proporcionadas pelas plataformas digitais. Sem dúvida, a pandemia potencializa a rapidez dessas transformações. Depois da crise de 2008 assistimos ao surgimento dos bitcoins frente à insegurança do mercado financeiro. Depois dos bancos digitais, veio o boom nas startups chinesas. A crise é uma ruptura que oportuniza às empresas e aos empreendedores mais audaciosos a oferecer soluções que podem se estender para períodos de bonança. Esta de 2020 certamente vai potencializar o e-commerce. Marcas que conseguirem se posicionar digitalmente, construindo um relacionamento com o cliente, terão vantagem frente aqueles que estão esperando a crise passar. O trabalho será assíncrono, ou seja, poderá ocorrer em períodos do dia diferentes sem que os trabalhadores estejam no mesmo local e na mesma hora. Isso deve dar um salto de produtividade ao permitir que empresas funcionem 24 horas, com colaboradores em diferentes partes do mundo produzindo e entregando resultados o tempo todo. O coronavírus também torna urgente a necessidade automação na indústria. A crise nos permite redesenhar o mundo e dela pode sair uma sociedade mais democrática, inclusiva, igualitária e inovadora ou uma sociedade centralizada, como monopolização de poder, menos distribuição de renda e oportunidade de crescimento.   O universo digital se tornou a salvação para muitos negócios, inclusive para aqueles que tinham resistência ao meio. Este deve ser o início de uma nova geração de empreendedores? É a chance de experimentar e ousar mais. Há tempos se fala sobre a necessidade de reinvenção e digitalização dos negócios, das marcas, dos profissionais e das empresas. É preciso abraçar a tecnologia, não lutar contra ela. Com esta crise, muitos que acreditavam que os negócios poderiam ser conduzidos da forma que sempre foram estão percebendo que é necessária a digitalização. Nos dois últimos meses uma série de empresas criou pontos de contatos direto com os consumidores, como a Coca-Cola, porque descobriu que um sistema de distribuição analógico não é mais tão eficiente como se imaginava. Essa urgência abre a possibilidade para que tanto jovens quanto idosos reinventem seus negócios e profissões por meio dos ambientes digitais.   Como se manter criativo e motivado diante de um cenário tão adverso como o atual? Estamos vivendo uma época de adversidade e medo, e este cenário limita a criatividade, a confiança e a ousadia. Quando sentimos medo, nos tornamos mais conservadores, queremos guardar o que temos. Porém, este é o momento ideal para empreender. Agora é mais barato alugar um escritório ou uma loja para lançar uma marca. É o momento perfeito para contratar bons profissionais por salários menores porque as pessoas estão dispostas a trabalhar ganhando menos por causa da crise. É hora de cultivar uma mentalidade de abundância e criatividade, apostar naquilo que te inspira e transformar esta ideia em algo valioso para a sociedade. Isto é empreender. Em ambientes adversos como o atual, a maioria não consegue visualizar oportunidades por medo ou limitação. Este é outro ponto que favorece quem consegue criar um ambiente de positividade, ousadia, crença e fé.   Como todas essas mudanças devem impactar nas relações? Estamos diante de uma bifurcação. Existe a possibilidade de criar relações mais humanas, afetuosas e que valorizam as relações familiares e comunitárias. Ou podemos criar uma sociedade menos humana, distante e brutal através de leis, governos e empresas. Empresas que incentivam a competitividade estão incentivando uma sociedade mais distante e marcada por animosidade, diferente daquelas que incentivam a colaboração, o trabalho em equipe, empatia e criatividade. Inclusive estudos globais indicam que estas são as habilidades do futuro.   Além de especialista em inovação, você é referência em paternidade. Como criar as gerações digitais para o futuro? Para preparar as gerações temos que falar sobre as habilidades do futuro, que passam tanto por conhecimento em tecnologias como habilidades humanas. Precisamos criar pessoas mais humanas, que tenham confiança nos outros, empatia e saibam se comunicar. Tem que falar com clareza e ser entendido, mas também tem que ouvir as nuances do interlocutor. É um grande desafio preparar as novas gerações, porque a escola não está preparada. Temos ambientes educacionais parecidos com indústrias do século passado. Crianças de uniforme e atendendo aos sinais semelhantes a um processo fabril. Esses alunos estão sendo preparados para trabalhar em fábricas, serem mandados, não para serem líderes e trabalhar em equipe. Vemos uma adaptação gradativa e lenta da escola para essas necessidades do mercado de trabalho. Por isso, é essencial que os pais participem para deixar esta geração mais afinada com a modernidade.   Como conciliar carreira, negócios e família? Desacelerando. Temos a ideia que trabalhar muito é sinônimo de produtividade. Eu discordo. Precisamos trabalhar melhor, selecionar no dia um momento de trabalho focado e profundo. Não é trabalhar bastante que nos torna produtivos, é trabalhar inteligentemente, de maneira focada e certeira. Conciliar carreira, negócio e família é muito simples quando se tem claro no que se é bom e como entregar o máximo de valor à empresa e ao cliente. Os profissionais que têm família precisam deixar claro à empresa que não vão responder e-mails depois das 18h e aos fins de semana. Trabalhe de forma eficiente e produtiva durante o expediente, não o tempo todo.   Qual o conselho para os pais sobrecarregados pelas demandas de trabalho e as rotinas domésticas durante o isolamento? É muito importante dividir o dia em momentos solitários de produtividade e de interação com a família. Essa produtividade solitária provavelmente será menor que oito horas. Estávamos acostumados a pegar trânsito e ficar no escritório enquanto os filhos estavam na escola. Lá respondíamos e-mails, conversávamos com os colegas, almoçávamos, retornávamos e respondíamos mais e-mails, fazíamos reuniões e às 18h pegávamos o filho na escola e íamos para casa. Certamente o que vivíamos no escritório também não eram oito horas de trabalho. Eram entregas produtivas que alternavam momentos de relaxamento, conversa e interação. É isso que precisamos ter em casa. Dá para combinar com a família horários exclusivos e solitários, sem interrupção, para entregar o que precisa ser feito e depois ter tempo de afeto, abraço e colo para a família, porque é o que de verdade importa na vida.

Turismo e hotelaria se adaptam aos novos tempos
Turismo e hotelaria se adaptam aos novos tempos

Um dos mais afetados pela pandemia, setor reforça medidas de segurança e desenvolve ações estratégicas para atrair clientes   Da segunda quinzena de março até 16 de junho o Hotel Deville de Maringá permaneceu fechado em obediência a decretos municipais para evitar a disseminação do novo coronavírus. Devido ao distanciamento social, o setor de turismo e eventos tem sido um dos mais afetados pela pandemia, e algumas empresas continuam sem exercer atividade para evitar aglomerações, a exemplo de festas de casamento e buffets infantis. No caso do Hotel Deville, a volta ocorreu a partir de uma série de medidas de segurança implementadas para preservar a saúde e a tranquilidade dos hóspedes. Entre as novas regras, o gerente-geral, Álvaro Garcia, cita que todos os colaboradores passaram a usar Equipamento de Proteção Individual (EPI) e os hóspedes que se apresentam sem máscara recebem modelos descartáveis gratuitamente. Na recepção foi instalada proteção de acrílico e marcação para distanciamento de segurança no balcão de atendimento. Dispensers de álcool em gel também estão espalhados pelo hotel. Já os cartões de acesso aos apartamentos, cardápios, canetas e máquinas de cartão de crédito estão sendo higienizados a cada utilização. A limpeza também tem sido feita com mais frequência nos elevadores, que passaram a ter limite reduzido de ocupação, e com produtos bactericidas nos apartamentos. Os hóspedes ganham álcool em gel individual e podem conferir o cardápio digital pela televisão do quarto. “No restaurante, o buffet de café da manhã passou a ser protegido por uma ‘cortina’ de acrílico, e um garçom serve com a devida proteção e cuidado”, conta o gerente. As mesas são higienizadas com frequência, os guardanapos de pano foram substituídos por descartáveis e os talheres são disponibilizados em envelopes. Na cozinha, todos os protocolos de higiene e segurança alimentar também foram intensificados. Nas duas primeiras semanas após a reabertura, o hotel registrou média de 15% de ocupação, e a maioria dos hóspedes se apresentou como profissional em viagem de negócios. “Temos divulgado nos meios digitais nossas medidas de segurança, e isso tem incentivado as pessoas a virem se hospedar. Inclusive, o feedback dos hóspedes é positivo, com relatos de que se sentiram seguros”, comemora. Apesar da retomada, o impacto financeiro ainda é alto. A estimativa é de queda de 70% no lucro operacional. “Não tem sido fácil, mas a segurança em relação à saúde é primordial neste momento”, pondera Garcia. A expectativa, porém, é que em alguns meses ou até o final do ano os índices de ocupação e a receita voltem a níveis normais. “Sabemos que isso só vai acontecer quando a pandemia estiver controlada, e quando as empresas, investidores e o público em geral se sentirem mais confortáveis e seguros com o retorno das atividades”, avalia.   Destinos regionais Apesar da pandemia levar o turismo a enfrentar dificuldades, destinos regionais estão ganhando destaque. É o caso do Recanto Pinhão, que tem mantido a locação em ritmo quase normal. “Temos dez unidades para locação que estão sempre ocupadas e, mesmo assim, parece que a pousada está vazia, porque a propriedade é ampla”, enfatiza o proprietário José Ferreira de Lacerda. Ele observa que turistas, inclusive de alta renda, têm pesquisado destinos próximos de suas cidades para se deslocar de carro. “Atualmente há o receio de fazer viagens distantes, porque isso exige horas em avião ou ônibus, tendo contato com outras pessoas. Ao mesmo tempo, existe a necessidade de sair de casa, principalmente quem tem criança”. Com proposta de turismo rural, a pousada tem mais de 20 alqueires e fica no município de Tamarana, a 125 quilômetros de Maringá. A estrutura conta com suítes e chalés com cozinha própria, além de pátio com amplo gramado, onde há ambientes de repouso, restaurante, Wi-Fi, lago com pesca livre, coqueiros e araucárias centenárias. O espaço ainda oferece trilhas, cachoeira e mata virgem. “É um local de descanso e apreciação da natureza, onde as crianças podem brincar livres e sem perigo”, enfatiza Lacerda. No início do período de isolamento social, o recanto fechou apenas o restaurante por 40 dias, o que fez o faturamento cair mais de 60%, porque a comida caseira é um atrativo relevante para as finanças da pousada. “Reabrimos, mas limitamos a capacidade do restaurante a 30% e reforçamos o cuidado com a higienização”, explica. Com as medidas de segurança e a necessidade de as pessoas encontrarem um local de passeio, Lacerda diz que o recanto tem atraído novos hóspedes. “Quem tem mais poder aquisitivo geralmente busca destinos glamorosos e internacionais. Ao chegar aqui pela primeira vez, alguns demonstram preocupação com as acomodações”, comenta. Durante a estadia, porém, os hóspedes descobrem o turismo rural. “Eles ficam encantados em encontrar riqueza natural nos nossos destinos regionais, e se sentem renovados pelo descanso e pelo tempo de qualidade com a família”, ressalta o empresário.   Eventos Para os segmentos que compõem a cadeia de fornecedores de eventos, como buffets, salões de festa e locação de trajes, a pandemia trouxe reflexos desafiadores. Que o digam os diretores da Marbô, Sirley Ivatiuk Mazur e Paulo Roberto Ivatiuk Mazur, que tiveram que repensar as estratégias para atravessar este tempo de isolamento social. Especializada na locação de vestidos para festas e noivas, a Marbô fechou as portas durante 31 dias. Nesse período, Sirley conta que a primeira reação foi acalmar a maioria das clientes que adiou o tão sonhado casamento – apenas duas noivas cancelaram o evento. “Em home office, fizemos a alteração de datas e renegociamos o pagamento dos trajes”, cita. Enquanto isso, e também em home office, os diretores, a equipe de marketing e os consultores de vendas desenvolveram ações para a retomada dos atendimentos, no final de abril. Uma das medidas para manter o faturamento de locação de vestidos de noivas foi resgatar clientes que tiveram o atendimento desmarcado por conta da pandemia. A empresa prospectou noivas e assessores de eventos por meio de redes sociais e disponibilizou voucher de desconto para as clientes. “Além do ótimo resultado, ficamos felizes em proporcionar às noivas sonhar novamente e vivenciar um momento tão importante que é a escolha do vestido”, enfatiza Sirley. No final de junho, a loja também participou de um evento online, chamado Save the date. Na ocasião, a equipe prestou atendimento digital em tempo real e direcionou agendamento para posterior atendimento presencial. Outra decisão foi antecipar para abril uma ação que seria em maio para a venda de vestidos de festa a preço acessível. “Essa estratégia também nos ajudou, embora a venda represente apenas 5% do faturamento”, comenta. Já o segmento de locação de vestidos apresentou redução de cerca de 70% entre abril e maio se comparado ao ano passado. Para melhorar o resultado, no início de junho a equipe Marbô passou a incentivar as formandas de 2021 a voltar a sonhar com a celebração. “Todas essas ações foram positivas e trouxeram esperança aos 28 colaboradores. Estamos focados em superar esta fase, que exige cautela e decisões precisas”, reforça a diretora. Todo esse cuidado também esteve presente nas medidas preventivas: além do uso de álcool em gel e máscaras, o atendimento passou a ser feito com equipe e horários reduzidos, e mediante agendamento para que cada um dos cinco consultores pudesse atender apenas uma cliente por vez, e ainda com limite do número de acompanhantes. A expectativa, segundo Sirley, é que a partir de setembro as atividades recuperem o ritmo normal de trabalho. “Este momento vai passar e apesar de difícil, nos deixará ensinamentos”.


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