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Terceira edição do Summit discute recessão com sustentabilidade

Como vencer a recessão com sustentabilidade? Este será o tema da terceira edição do Summit Pacto Global Signatários 2021, que acontecerá nos dias 25 e 26,

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Núcleo de Marketing da ACIM realiza evento gratuito sobre comunicação para empresas

‘O que você precisa para destravar sua comunicação?’, é com esta pergunta que o Núcleo de Marketing, do Programa Empreender da Associação

Noticia Curso EAD III
De dois cursos a negócio bilionário, a trajetória da Unicesumar

Da sua sala, no sexto andar do prédio da reitoria em Maringá, o reitor Wilson de Matos Silva acompanha, pelas câmeras de segurança projetadas num telão, a moviment



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Promover a transformação das empresas e empreendedores por meio do associativismo....



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QUEM SOMOS

A ACIM - Casa do Empreendedor de Maringá, hoje com quase 5 mil associados, está sempre em busca de boas idei...



QUEM SOMOS

A ACIM - Casa do Empreendedor de Maringá, hoje com quase 5 mil associados, está sempre em busca de boas ideias que possam estimular o desenvolvimento de Maringá. E é por meio do apoio aos associados que a ACIM tem no associativismo um dos principais pilares da economia regional.

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Notícias
Preparação para o Natal
Preparação para o Natal

Otimistas, lojistas esperam Natal de boas vendas, mas estão sendo impactados pela alta de preços e falta de matéria-prima; cautela é alternativa para medir investimentos e contratações   “Sempre depois de uma crise vêm os bons ventos. Estamos plantando para ter uma boa colheita”. A afirmação é do diretor do Grupo AM (Amarelo Manga, Chili Beans, Melissa, Capodarte), Antônio Rodrigues Gomes Filho, sobre as perspectivas de vendas para o final do ano, e reflete o otimismo de empresários depois do difícil Natal de 2020, ainda que muitos estejam cautelosos. Gomes Filho diz que está “extremamente otimista em relação aos meus negócios e ao varejo”, mas isso não significa que ele deixou de fazer ajustes na operação. A empresa deixou de ser indústria para focar no varejo, e se intitula uma multifranqueada. Além das cinco lojas da Amarelo Manga, em Maringá, Umuarama e Campo Mourão, o grupo possui lojas de outras marcas, totalizando 15, fora os canais online. “Ser indústria requer altos investimentos, conhecimento e disponibilidade. Preferimos terceirizar a produção. Hoje temos um parceiro que desenvolve os produtos junto a um profissional nosso”, explica. Ele conta que, apesar da turbulência, o Natal de 2020 não foi dos piores. “Não tivemos crescimento, mas pelo cenário negativo, as vendas ultrapassaram nossas metas”. Para este ano, a expectativa é de, pelo menos, registrar alta de 12% comparado ao mesmo período do ano passado. “Nossas metas não são agressivas, são realistas. Se fizermos o mesmo que o Natal passado, já estamos satisfeitos”. O tamanho da equipe e o estoque de tecidos voltaram aos patamares pré-pandemia. “Já estamos no nosso padrão, mas com uma diferença: o preço de tecidos e papelaria está nas alturas. Tudo muito mais caro, e este é nosso grande desafio”.   Planejamento curto Enquanto se preparam para as vendas de Natal, lojistas fazem análises frequentes para medir o comportamento do consumidor e da economia, ou seja, tem muito empreendedor cauteloso. “Existe uma expectativa positiva de recuperação do mercado, mas a insegurança ainda é grande”, afirma o consultor Sebastião Cabrita, que é especialista em gestão de estoque e de vendas. O caminho é ir a passos pequenos. “As análises que fazíamos de longo prazo não existem mais. Além da pandemia, existe a instabilidade política e econômica. Fazer um planejamento de três meses está complicado. São necessárias análises diárias, semanais e muita discussão entre o setor para ter uma segurança mínima e norte para investimentos e compras de estoque”, reforça o consultor. Segundo ele, o planejamento nas indústrias, por exemplo, está sendo de, no máximo, 60 dias. Cabrita ainda destaca que os riscos assumidos estão dependendo do segmento e do momento em que cada empresa vive. “Muitos empresários já gastaram as reservas, alguns reduziram a capacidade de produção, demitiram e agora é o momento de analisar até que ponto deve-se investir e quanto investir”. Outra barreira é que muitas indústrias não estão preparadas para uma demanda alta por falta de matéria-prima e mão de obra. “Importar está difícil e compras que deviam ter sido feitas para o Natal não vão acontecer por falta de material. A expectativa é complementar com outros tipos de produtos nacionais. O que estamos presenciando é a reinvenção diária do empresário em um cenário incerto e imprevisível”, finaliza o consultor.   Natal de 2019 como parâmetro Nas 12 lojas da B1 Store, em Maringá e região, o clima é de otimismo. Com a queda nas vendas no último Natal, a expectativa agora é crescimento de 10% comparado a 2019, antes da pandemia. “Em 2020 tivemos queda de 30% nas vendas, então, nossa meta agora está baseada no Natal de dois anos atrás”, explica o diretor do grupo B1, Luciano Katsuzo Naka. As compras para o final do ano começaram e seguem até novembro. As lojas trabalham com marcas de todo o país, em especial de São Paulo. Mesmo a falta de matéria-prima (tecido) é driblada com planejamento e análise de mercado. “Sabemos desta realidade, tudo muito caro devido a impostos e frete, mas com programação, vamos trabalhando com o que é possível”. O grupo necessita de importação, mas também utiliza matéria-prima nacional. Dentro do quadro de funcionários, hoje a realidade é igual à de 2019. “Neste meio tempo, alguns saíram, mas voltamos à normalidade de dois anos atrás”. Já nas nove lojas do Boticário, em Maringá, a esperança de retomada é grande. Durante a pandemia, por conta da redução de horário de atendimento, a equipe teve que reduzida e as vendas foram prejudicadas. Para este final de ano, a expectativa é aumentar o quadro de funcionários e vendas, no mínimo, igual ao Natal de 2019. “Agora é o momento de nos reestruturar para as vendas de final de ano. As compras já foram feitas”, conta a franqueada-operadora das lojas O Boticário, em Maringá, Paola Bagatin Galina de Castilho. A retomada é o foco da empresa, mas o quanto deve-se investir está sendo analisado e planejado dia após dia. “Estamos trabalhando em uma situação realista e com três cenários: ruim, estável e muito bom. Conforme o cenário econômico, político e do próprio coronavírus, vamos nos adaptando e fazendo os ajustes. É sentir o mercado, porque o momento é de incertezas”. Durante a pandemia, muitos negócios investiram todas as reservas que tinham e apostam no Natal o momento de retomada. “Nossas reservas de sustentação do negócio foram embora. Não dá para errar numa compra ou em contratações, porque isso vai pesar num fechamento de mês”, explica. Paola conta que em relação às contratações, o planejamento é o mesmo: acompanhar as vendas agora e, no início de novembro, fazer uma nova avaliação para a contratação de temporários para dezembro ou para a contratação efetiva. Além das lojas físicas, O Boticário atende com vendas diretas, que hoje representam 50% do faturamento. Nesta modalidade, o Natal para a empresa chega antes. “É em outubro que estamos vendendo nosso estoque de Natal para as revendedoras”, conta Paola. No total, são 2,2 mil revendedoras ligadas às lojas de Maringá. Foram as vendas diretas que seguraram as vendas na pandemia. “Como as lojas estavam fechadas, clientes acabaram migrando para as compras com as revendedoras. Estas também tiveram a oportunidade de digitalização, vendendo por WhatsApp e entregar em casa. A oportunidade existiu e muitas aproveitaram”.   Crédito da foto: Ivan Amorin

Moderna, funcional e à disposição dos associados
Moderna, funcional e à disposição dos associados

Revitalização da sede da ACIM permite a criação de ambientes para inovação, cursos e entidades parceiras; lideranças são homenageadas com nomes dos espaços   Edifício Adilson Emir Santos. Desde 27 de setembro este é o nome do prédio da Associação Comercial em homenagem ao ex-presidente que faleceu em 2017. Outros empresários e lideranças que contribuíram com a história da ACIM ganharam nomes nos novos espaços da sede, depois de uma revitalização de 2 mil metros quadrados. A reforma permite oferecer ambientes para os cursos da Escola de Negócios e uma área dedicada à inovação. É o Inovus, um programa de aceleração de ideias e projetos com o acompanhamento de especialistas e à disposição dos associados. Para marcar a revitalização foi realizada cerimônia para 400 pessoas, entre familiares de homenageados e lideranças como o governador Carlos Massa Ratinho Junior; prefeito Ulisses Maia, secretário de Saúde do Paraná, Beto Preto; chefe da Casa Civil, Guto Silva; deputados federais Enio Verri e Ricardo Barros; deputados estaduais, vice-prefeito Edson Scabora e vereadores, além de 17 juízes, incluindo o diretor do Fórum Criminal de Maringá, José Cândido Sobrinho, e representantes das forças de segurança. Com apresentação da orquestra filarmônica Unicesumar, a cerimônia teve início com os pronunciamentos. O presidente da ACIM, Michel Felippe Soares, lembrou o quão desafiador foi o início do trabalho da entidade e a importância do associativismo para Maringá. “Temos uma sede à altura dos nossos associados. Os novos espaços permitem não apenas ampliar, como modernizar o trabalho. É uma proposta conectada aos novos modelos de negócios e fizemos questão de homenagear quem nos antecedeu. Vamos continuar participando do desenvolvimento da cidade”, completou. Para o presidente da Faciap e do Sebrae Paraná, Fernando Moraes, a ACIM é um exemplo de associativismo, de empreendedorismo e de como aglutinar parceiros. “É um prédio novo e cheirando à inovação”. Já o prefeito Ulisses Maia destacou a participação ativa da sociedade e da ACIM, que se preocupa com o destino da cidade. Em seu discurso, Ratinho Junior destacou que o trabalho da entidade, de apoio ao planejamento do município, serviu de inspiração para o desenvolvimento do Paraná para os próximos 30 anos com a criação do Conselho de Desenvolvimento Empresarial e de Infraestrutura do Paraná. “O poder público não tem uma cultura de planejamento a médio e longo prazos. Maringá, ao contrário disso, trouxe essa inovação ao Brasil e se tornou grande referência em planejamento, graças também à atuação de entidades como a ACIM”, disse. Após o descerramento da placa da gestão 2020-2022, o primeiro ambiente inaugurado foi o prédio, que leva o nome de Adilson Emir Santos. Depois foi a vez da inauguração das salas da Escola de Negócios, que passam a levar os nomes de Wilson de Matos Silva (reitor da Unicesumar, com participação ativa na ACIM), Fernando Ferraz (fundador da FA Maringá que desde 1976 participa da Associação Comercial e foi representado pelo filho Carlos Ferraz), Ariovaldo Costa Paulo (fundador da Arilu Distribuidora e ex-presidente da ACIM), Carlos Alberto Tavares Cardoso (diretor-presidente da Companhia Sulamericana de Distribuição e ex-presidente da ACIM) e Atair Niero (ex-presidente da Associação Comercial). No primeiro andar, o Inovus leva o nome de Espaço Michel Felippe em homenagem ao empresário que foi dono do Hospital Santa Lúcia e presidente da Somaco – ele é avô do presidente da Associação Comercial e pai da presidente do Instituto ACIM, Nádia Felippe. No segundo andar Gastão de Mesquita Filho foi homenageado com a antessala – ele foi engenheiro civil e principal executivo da Companhia de Terras Norte do Paraná, responsável pela implantação de Maringá. Como é falecido, quem recebeu a homenagem foi o neto Christiano Mesquita. Também no segundo andar receberam os nomes de salas Sidney Meneguetti, o presidente mais jovem da Associação Comercial e representado, na cerimônia, pelo filho Samuel Meneguetti; e Raymundo do Prado Vermelho, advogado e ex-presidente da entidade que deu nome à sala da superintendência. A cerimônia teve o patrocínio de Certezza Consultoria Empresarial, Cocamar, Cooper Card, Fomento Paraná, Humana Saúde, Maringá Park, Sancor Seguros, Sicoob, Unicesumar e Uniprime.   Tour O prédio onde funciona a Associação Comercial é histórico, data de 1954. A entidade funciona no local desde 2002, na gestão de Jefferson Nogaroli, mas antes, em 1999, passaram a funcionar ali o Sicoob, Casa Mercosul (hoje Instituto Mercosul) e entidades ligadas à ACIM. Em 2011, o prédio foi reformado durante a gestão de Adilson Emir Santos. São quase 4 mil metros distribuídos em três andares, para o atendimento e a prestação de serviços aos quase 5 mil associados. Lá trabalham cerca de 60 colaboradores, além das equipes de entidades parceiras, que recebem apoio institucional. Os associados estão convidados a conhecer e usufruir da estrutura e podem agendar um tour pelo telefone (44) 3025-9595.

Uma jornada em grupo para o conhecimento
Uma jornada em grupo para o conhecimento

Núcleos do programa Empreender atestam que busca por qualificação e reciclagem de informações pode ser feita em grupo; isso se traduz em transparência e aumento da qualidade dos serviços   Maior programa do gênero da América Latina, o Empreender da ACIM tem 60 núcleos setoriais e multissetoriais e quase mil participantes. Acompanhados por consultores, os micro e pequenos empreendedores associados à ACIM participam de reuniões periódicas com empresários dos mesmos interesses, em núcleos. E os resultados comprovam que a união e a troca de experiências são positivas. Tanto que o programa completará, em novembro, 21 anos repleto de histórias de sucesso. Para os empresários que não fazem parte, basta entrar com contato com a equipe da ACIM pelo 0800 600 9595. E se não houver um núcleo de determinado segmento, os consultores da ACIM ajudam a criar. E aqui fica um convite: venha conhecer este programa que é destacado internacionalmente. A reportagem mostra núcleos que, unidos, estão superando os desafios da formação de mão de obra, atualização de conhecimentos e de transparência junto aos clientes.   Selo atesta ambiente controlado A exigência dos clientes com a higienização dos salões de beleza e dos materiais usados pelos profissionais ficou ainda mais rigorosa com a pandemia. Diante das dúvidas sobre como oferecer mais segurança, otimizar o fluxo interno e atestar o ambiente controlado, proprietários de salões de beleza usaram uma fórmula que já conheciam - a união - e criaram um selo de biossegurança. O processo incluiu treinamento de três meses sobre cuidados com equipe e clientes, higienização de equipamentos e organização. Depois de ministrar um curso, um agente aposentado da Vigilância Sanitária, contratado pelo grupo, prestou consultoria individual para os salões com orientações sobre procedimentos de segurança para o ambiente, equipe e clientes. Por fim, os estabelecimentos receberam um selo que atesta as boas práticas. Dos 18 salões que integram o núcleo do Empreender, dez foram certificados no início de agosto como forma de validar a qualidade de seus negócios e a garantia de mais segurança aos clientes. Um desses estabelecimentos é o Salão Dubai, de Rhayd Galli. “Depois da consultoria, reorganizamos os espaços, eliminamos materiais não utilizados, como carrinhos auxiliares, e ensinamos como encontrar os cadastros dos produtos na Anvisa pelos rótulos”, comenta Galli. O treinamento deve continuar nos próximos anos. Quem possui o selo poderá participar das próximas edições para aprimorar processos. Para isso, anualmente o selo mudará de cor, para que os clientes possam acompanhar o desempenho das empresas e cobrar avaliações atualizadas sobre a qualidade do serviço. “Além de unir os profissionais de beleza, o núcleo tem levado informações sobre segurança tanto para os profissionais quanto clientes”, afirma o empresário.   Aperfeiçoamento Diante do grau elevado de especialização para consertos de veículos e da dificuldade de fazer a gestão de uma oficina, os empresários que integram o Núcleo Setorial Automotivo decidiram que a melhor forma de superar as dificuldades era correr atrás de conhecimento, e unidos. Assim o diga Ângelo Martins Junior, da Automecânica Maestro. Ele conta que desde a criação do núcleo em 2000, o primeiro da ACIM, o mercado mudou bastante. “Os veículos tiveram evolução tecnológica, que exige do profissional estudo e utilização de aparelhos específicos para diagnóstico de falhas e ajustes. Por isso, está difícil contratar profissionais com esse perfil. Se antes podíamos contratar jovens com 15 anos, hoje não é possível nem contratar estagiário por causa da periculosidade do trabalho. Isso dificulta encontrar mão de obra especializada”, detalha. Para ajudar a superar isso, o núcleo oferece anualmente curso básico de mecânica aberto à comunidade. “Essa capacitação pode atrair profissionais de outros setores, como a construção civil”. O grupo também investe no aprimoramento. “Se tenho um funcionário com pouca experiência, preciso treiná-lo”, pontua. A falta de mão de obra é uma constante, tanto que é a principal reclamação apontada pelos integrantes em pesquisas feitas para direcionar o trabalho do grupo que se reúne quinzenalmente. E pelo menos uma reunião por mês acontece na oficina de um dos membros para incentivar a interação e a troca de experiências. Para aumentar o grau de especialização das equipes, já foram feitas capacitações sobre caminhonetes a diesel, câmbio e injeção eletrônica, algumas ministradas pelos próprios membros do núcleo e outras por especialistas. A gestão das oficinas também pautou cursos e o grupo fez viagens técnicas e promoções nas redes sociais.   Padronização de processos A gestão de processos de rotina e financeira tem sido uma das pautas do trabalho do núcleo dos Corretores de Seguros. Como o corretor precisa elaborar a proposta de seguro para o cliente e depois encaminhar o documento para a seguradora emitir a apólice, torna-se importante o constante aprimoramento juntamente à equipe de apoio. “O corretor é por natureza consultor e vendedor na mediação entre o cliente e a seguradora ao oferecer uma proteção financeira adequada. As necessidades vão desde seguros para bens patrimoniais, pessoais, previdenciários, obrigações contratuais em geral e cibernéticos”, explica Ricardo Vieira Ausek, da RPS Administradora e Corretora de Seguros, com 30 anos de existência e operando todas as modalidades de seguros. O núcleo do qual Ausek faz parte há 12 anos ajudou a criar um padrão de trabalho para as empresas do grupo do Empreender, por meio da troca de experiências, atividades de capacitação e ações comerciais conjuntas. Isso propiciou um relacionamento estreito, de respeito e alinhamento na padronização de processos e serviços. As empresas corretoras investem em conhecimentos sobre abordagem e elaboração de propostas com foco nas necessidades dos clientes. No âmbito do conhecimento e aprimoramento pessoal foram diversas atividades. “Uma palestra que marcou foi sobre gestão do tempo. Não temos horários definidos, trabalhamos muitas vezes em conformidade com as necessidades dos clientes e segurados. Portanto, gerenciar e utilizar o tempo fazem toda a diferença na qualidade de vida”, relata. Com encontros quinzenais, o grupo tem trabalhado ainda a formação de mão de obra. Devido às necessidades dos funcionários das empresas, principalmente no que se refere ao conhecimento das ferramentas utilizadas em home office, estão sendo planejadas capacitações. Ausek conta que isso foi percebido graças à elaboração de um formulário respondido pelos funcionários das empresas, com apontamentos sobre pontos fortes, fracos e sugestões para eventuais aprimoramentos.   Crescimento em conjunto Proprietário da Inove Ferramentaria, que oferece serviços de manutenção e fabricação de moldes para injeção de plástico, Rodrigo Teodoro Pardinho troca experiências com os ‘concorrentes’ e empresas de atividades relacionadas. Nas reuniões do Núcleo de Transformadores de Plástico, o grupo fala sobre fornecedores, padronização de processos e dificuldades típicas do setor. Sentados à mesma mesa ou em reuniões online, é possível crescer com as empresas do segmento. Convidado por outro participante, Pardinho está há quatro anos no grupo e já participou de diversas capacitações, como apresentação sobre marketing, prospecção de clientes, gestão e finanças. “Os encontros nos capacitam enquanto gestores, ajudam a formar equipes e há também indicação de contatos. Podemos contar com o associativismo”, comenta. Ele também destaca as parcerias com o Sebrae e o Senai que possibilitam treinamentos e consultorias, contribuindo para a formação de mão de obra do setor. Entre essas capacitações uma marcante ensinou sobre organização, produção e definição de cargos e salários. Desde que entrou no grupo, Pardinho tem registrado aumento no faturamento. Otimista com os negócios, ele vai mudar a empresa para novo endereço em fevereiro do ano que vem, com 600 metros quadrados.   Crédito da foto: Ivan Amorin


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