0800-600-9595

Saúde da População e Saúde dos Negócios.

Março foi um mês atípico, com um cenário sem precedentes, com a propagação do coronavírus no Brasil. Ruas e avenidas vazias, à exceção de entregadores de comida. Lojas fechadas e milhares de profissionais trabalhando em home office ou de férias não programadas. Somam-se a isso o medo de um vírus novo e uma...

Agenda do Presidente

08/04/2020
13:45

Saúde da população e saúde dos negócios.
Palavra de Presidente

Março foi um mês atípico, com um cenário sem precedentes, com a propagação do coronavírus no Brasil. Ruas e avenidas vazias, à exceção de entregadores de comida. Lojas fechadas e milhares de profissionais trabalhando em home office ou de férias não programadas. Somam-se a isso o medo de um vírus novo e uma avalanche de informações nas redes sociais e na imprensa. Em Maringá, assim como em centenas de outros municípios brasileiros, milhares de empresas fecharam as portas em atendimento a decretos municipais. E milhares de pessoas foram colocadas em confinamento social, com escolas, restaurantes, lojas, escritórios e indústrias fechadas. Uma situação diferente e difícil. Mas diante desse cenário, também houve voluntariado em massa. Empresas se uniram para doar alimentos para instituições de saúde, a ACIM encabeçou uma campanha para a compra de equipamentos para UTIs, máscaras e testes para o coronavírus, indústrias produziram uniforme para equipes de saúde e roupa de cama para hospitais, entre tantas outras ações. Também nunca se viu tanto conteúdo circulando nas redes sociais, por meio de transmissões ao vivo ensinando receitas, exercícios físicos, atividades para crianças ou gestão, além de cursos e conteúdos de streaming de graça. Empresários e trabalhadores agora enfrentam outro dilema: como manter os empregos e as contas em dia? O cenário não será fácil. Uma pesquisa da ACIM revela que cerca de três quartos das empresas não têm reserva financeira e terão que recorrer a empréstimo para pagar as contas do mês. E existe uma tendência de aumentar o desemprego, o que já está acontecendo em outros países. Nos Estados Unidos, com o novo coronavírus e o confinamento social, a taxa de desemprego que era de 3,5% pode chegar a 10% em abril, atingindo 20 milhões de pessoas. Diretores e colaboradores da Associação Comercial têm trabalhado muito para ajudar os empreendedores, seja por meio de crédito mais barato para capital de giro, ou por meio de reuniões e pleitos a autoridades. Queremos o equilíbrio entre a saúde da população e a saúde dos negócios. Nossa solicitação é para que haja a abertura gradual das empresas, com regras para a segurança da população, já no início de abril, com o acompanhamento diário dos indicadores do coronavírus na cidade. E, se preciso for, apoiaremos nova suspensão das atividades empresariais, até que a situação melhore e não haja sobrecarga do sistema da saúde. Aproveito para colocar a ACIM à disposição dos empresários para que possamos superar esta fase juntos. Também agradeço o voto de confiança das centenas de empresários que, mesmo não havendo chapa concorrente, fizeram questão de participar do processo eleitoral da ACIM, para a gestão 2020-2022. Michel Felippe Soares é presidente da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM)


26/02/2020
12:00

Momento de agradecer
Palavra de Presidente

Há quase dois anos assumimos o comando da ACIM. Somos uma grande legião, formada por mais de 400 voluntários, entre vice-presidentes, conselheiros e, claro, os empresários que um dia estiveram na cadeira de presidente da entidade. Cadeira que ocupo hoje com grande orgulho. Ainda que me sentisse honrado e soubesse que a presidência da ACIM seria um grande desafio, só mesmo a rotina, as reuniões e os compromissos em que representei a entidade me deram a dimensão da grandiosidade da Associação Comercial e da importância dela para os empreendedores e para a própria sociedade. Diariamente, a ACIM é demandada por empresários e autoridades. Temos também as reuniões ordinárias previstas no estatuto e os momentos em que despachamos com os colaboradores. Também representamos a associação em outras cidades, estados e até no exterior. Defendemos projetos e bandeiras da comunidade. Um exemplo é a duplicação entre Maringá e Iguaraçu, cujo projeto executivo foi custeado pela iniciativa privada e entregue ao governo do estado. Ainda neste ano a obra será licitada. A ACIM também investiu em segurança, defendeu a prisão em segunda instância, entre outras bandeiras. Tivemos a honra de receber a certificação ISO 9001, depois de meses de trabalho para readequarmos processos. Investimos em novos produtos para os associados, a exemplo dos cursos a distância e da emissão de boletos com tarifas mais baixas. Em março entregaremos a revitalização dos três pisos da sede. A reforma contempla um layout moderno, com espaços multifuncionais e estações de trabalho conjuntas para os colaboradores. Estamos criando o Inovus para que os pequenos negócios possam testar ideias inovadoras em poucos dias. A ACIM tem me proporcionado um período de muito aprendizado e de conquistas que só foram possíveis porque recebemos o voto de confiança dos associados, o empenho, a dedicação e o profissionalismo da equipe de colaboradores. Destaco de forma especial a nossa diretoria, formada por empresários e profissionais liberais. Todos voluntários. Muitos, inclusive, participam de outras instituições da sociedade organizada. Fruto deste rico capital social que se coloca à disposição da comunidade por meio das suas entidades, Maringá pleiteia o título de capital nacional do associativismo. Temos aqui uma sinergia ímpar, uma fórmula assertiva para os negócios, para a qualidade de vida da população e o desenvolvimento regional. Em nome da nossa diretoria, agradeço todos os parceiros pelo aprendizado e pela oportunidade de trabalhar pela Associação Comercial e Empresarial de Maringá.


04/12/2019
10:05

A inovação como lição de casa
Palavra com o Presidente

Final do ano é um convite à reflexão e ao planejamento. É hora de fazer um balanço, manter o que está dando certo e implementar melhorias. Na ACIM também fazemos a lição de casa. Neste mês iniciaremos um processo de modernização do layout interno e externo da nossa sede que será concluída em três meses.

Reorganizaremos os ambientes para proporcionar maior aproveitamento do espaço e, com isso, ampliar o número de salas para cursos, treinamentos e reuniões. Com a modernização, os colaboradores terão um ambiente leve e integrado, que estimulará o espírito colaborativo, garantindo agilidade, aumento da produtividade e qualidade de vida. Também implantaremos o Inovus, um ambiente de inovação que permitirá testar ideias e processos em poucos dias. Será mais um serviço que a entidade oferecerá para que os associados possam implementar projetos e inovações.

Como entidade que apoia o desenvolvimento dos negócios, a ACIM está constantemente se reinventando. Seja para atender às novas demandas do mercado, seja pela sua sustentabilidade financeira. Nosso time tem repensado processos, forma de execução e proposto mudanças em eventos e campanhas. Reativamos o departamento de projetos, criamos uma cooperativa de energia solar, novos produtos, conquistamos a certificação ISO 9001 e estamos caminhando para integrarmos o ranking das melhores empresas para se trabalhar no Brasil da GPTW (Great Place to Work). Ao inovar e atuar com qualidade, reafirmamos para o associado a importância de rever processos, implantar melhorias e se modernizar.

Na primeira quinzena de fevereiro realizaremos mais uma edição da Maringá Liquida. Teremos raspadinhas premiadas para entregar aos consumidores que comprarem nas lojas participantes. Essa é uma inovação que testamos na edição de setembro e que foi aprovada pelos associados. É uma forma de incentivar as compras e diferenciar as empresas que participam da campanha.

Aproveito para desejar um final de ano abençoado e um 2020 cheio de inovações e boas notícias.


05/09/2019
08:15

Agronegócio brasileiro, um modelo sustentável
Palavra com o Presidente

O desmatamento da Amazônia tem sido assunto da imprensa internacional e gerou até repreensões de líderes mundiais. Inclusive com o temor que o agronegócio brasileiro pudesse ser prejudicado com a aplicação de sanções internacionais por causa das queimadas e gerou o corte de investimentos internacionais no país.

Ainda que o desmatamento seja preocupante e sejam necessárias medidas urgentes para diminuir essa tragédia, segundo a Embrapa Territorial, os indicadores apontam que o Brasil tem uma condição diferenciada de proteção ambiental. Aqui, de acordo com o órgão, 30,2% do território é de floresta protegida por lei, enquanto que em outros países, o índice é bem menor: China, 17%, Estados Unidos, 13%, e na vizinha Argentina, 6,9%. No Brasil, 7,8% do território é utilizado para cultivo, enquanto a média mundial é de 46%.

Mesmo com as grandes áreas de preservação ambiental, o Brasil é o segundo maior produtor de soja no mundo, com perspectivas de assumir a liderança nesta safra. É também o segundo maior exportador mundial de milho e o maior produtor de açúcar do mundo. Isso reforça a eficiência do nosso agronegócio.

A emissão de gás carbônico, o CO2, é igualmente alarmante. Segundo o Global Carbon Project, a emissão em 2018 bateu recorde, mesmo havendo a esperança de que fossem mantidos os avanços na emissão de gases de efeito estufa dos últimos anos. Em 2018 a emissão aumentou 2,7%, o que significam 37,1 bilhões de toneladas no total.

O Acordo de Paris, que tem mais de 195 países signatários, inclusive o Brasil, propõe que os países adotem medidas para manter o aumento da temperatura média global a menos de 2°C acima dos níveis pré-revolução industrial e promovam esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5°C acima desses níveis, ou seja, da primeira metade do século 19. Para isso, é preciso reduzir as emissões de gases do efeito estufa.

No caso do Brasil, que é sétimo maior emissor mundial desses gases, o governo se comprometeu, até 2025, e emitir 37% menos em relação aos níveis de 2005. A meta de 2020 o Brasil já cumpriu, enquanto outros países como Estados Unidos e China não atingiram e, inclusive, aumentaram a produção de gás carbônico. O governo brasileiro também quer aumentar a participação de biocombustíveis em 18% até 2030, ano em que 45% da matriz energética deverá ser composta por energias renováveis. A pauta da preservação ambiental é tão urgente que o Acordo de Paris não foi assinado por pouquíssimos países, Síria e Nicarágua entre eles. E todo cidadão pode fazer sua parte, reduzindo a emissão de lixo, investindo em tecnologias sustentáveis, como captação de água da chuva, reciclagem e lâmpadas de LED. Não apenas em casa, mas no trabalho e nas empresas.

No caso dos agricultores, eles estão fazendo a lição de casa. Segundo a Embrapa, 29% dos 4,6 milhões de propriedades rurais brasileiras são destinadas à preservação ambiental. É como se um terço da casa de cada um de nós fosse destinada à preservação, sem remuneração. É o agronegócio brasileiro dando exemplo.


16/08/2019
08:06

Uma luz para a economia brasileira
Palavra com o Presidente

Finalmente a agenda econômica positiva começa a se sobrepor aos indicadores negativos no Brasil. Depois de anos de economia cambaleante, as más notícias vão dando trégua na área econômica. No primeiro semestre foram criadas 408 mil vagas de trabalho formais no Brasil, o melhor resultado para o período nos últimos cinco anos. Apenas em junho foram 48 mil novos empregos com carteira assinada.

Em julho a reforma da Previdência foi aprovada em primeira discussão na Câmara Federal. Ainda que a proposta original tenha sido ‘desidratada’ para ser aprovada pelos deputados federais, a expectativa é de economia de R$ 900 bilhões em dez anos – inicialmente a estimativa era de R$ 1,2 trilhão no mesmo período.

Outras medidas importantes adotadas pelo governo federal devem contribuir com a recuperação econômica. Uma delas é a liberação de saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do PIS/Pasep. O trabalhador poderá sacar até R$ 500 por conta ativa ou inativa do FGTS neste ano e a partir do ano que vem, uma parcela anual. No caso do PIS/Pasep, os saques são voltados para quem trabalhou com carteira assinada na iniciativa privada ou foi servidor público entre 1971 e 1988. Pelos cálculos do Ministro da Economia, Paulo Guedes, essas duas medidas injetarão R$ 42 bilhões até o final de 2020.

O governo federal também trabalha para aprovar a Medida Provisória (MP) da Liberdade Econômica. O texto reduz a burocracia para as empresas. Entre as medidas está a permissão que os trabalhadores deixem de bater ponto. Com isso, os funcionários poderão fazer acordo individual com o empregador e cumprir o expediente sem fazer os registros de entrada, saída e almoço. Apenas exceções, como horas extras e faltas, serão obrigatoriamente anotadas. A MP, se aprovada, também autoriza as agências bancárias a abrir no sábado. O texto que contempla outras medidas precisa ser votado pela Câmara e Senado até 27 de agosto para não perder a validade.

Nas próximas semanas o governo federal deve enviar também ao Congresso a reforma Tributária, para a simplificação dos impostos. Tal como a reforma da Previdência, a reforma Tributária é uma reivindicação antiga da classe produtiva, e considerada vital para que a economia volte a crescer e para a redução da burocracia.

São medidas que vão a favor do ambiente saudável de negócios, há tanto tempo acalentadas pelos empresários. Se adotadas, conforme o planejado, a economia brasileira deve voltar a crescer a percentuais maiores do que nos últimos dois anos, cujo PIB cresceu no total 2,18%, e diferente de 2015 e 2016, que somados tiveram PIB negativo 6,86%. Os números reforçam o quanto a economia brasileira precisa urgentemente de medidas que injetem ânimo, investimentos e confiança, revertendo um período de recessão e crescimento baixo. Só assim a economia brasileira poderá explorar suas potencialidades.



Notícias Relacionadas

O DESENVOLVIMENTO QUE VEM COM PLANEJAMENTO

Detentores da sétima maior reserva de petróleo do mundo, os Emirados Árabes são um exemplo de como um país pode se desenvolver para além da produção da maior fonte de energia do planeta. Abu Dhabi e Dubai, dois dos sete emirados, são hoje importantes destinos turísticos e lugares prósperos.   É em Dubai, por exemplo, que fica o maior shopping do mundo, com 1,3 mil lojas, e uma das maiores torres edificadas, a Burj Khalifa. Lá, o petróleo e o gás correspondem a apenas 7% da economia. Os dois emirados mostram que é possível gerar desenvolvimento com planejamento de longo prazo e investimento em infraestrutura, afinal, eram grandes áreas desérticas.   Se dependessem apenas das reservas de petróleo, os Emirados teriam selado um futuro muito diferente. Que o diga a Venezuela: mesmo tendo a maior reserva do mundo, o país enfrenta grave crise econômica e política.   E o que dizer de Israel, um país com grandes áreas desérticas, que se transformou em um dos maiores polos de inovação mundiais? Lá 4,4% do PIB é investido em tecnologia, laboratórios, universidades e capacitação. O próprio governo investe em startups e criou um ambiente que incentiva a inovação e a disrupção. Gigantes da tecnologia, como Google, Facebook e Amazon, têm escritórios ou centros de pesquisa em Israel.   Esses exemplos provam como o planejamento – ou a falta dele, no caso da Venezuela – é importante para mudar o destino de um país. O Brasil, que é um vetor importante da economia mundial, reúne condições para se tornar uma potência. Mas aqui ainda há fatores limitantes, como o investimento aquém do necessário em infraestrutura, o investimento deficitário em educação e a política de partido em detrimento de uma política de estado.   Segundo o BNDES, a economia do país precisaria crescer 3,2% ao ano até 2035 para potencializar o desenvolvimento. Um crescimento de 3,9% ao ano seria suficiente para “transformar a realidade econômica”, com mudanças profundas no bem-estar da população. O estudo chama ‘Visão 2035: Brasil, país desenvolvido’.   Considerando a estimativa do PIB deste ano, a realidade está bem distante. O Banco Central projeta crescimento da economia de 0,9% e 1,8% em 2020. Somando o 1,1% de 2018, totalizariam 3,8%, ou seja, nem somando três anos chegamos aos 3,9% necessários, por ano, para tornar o Brasil desenvolvido. Ainda temos muito a aprender com os países que estão transformando suas realidades com planejamento.

Inovação, inovação, inovação

Neste final de ano vamos modernizar e preparar nossa sede e nossos colaboradores para atender às demandas de um mercado mais digital. A ACIM está criando um laboratório de inovação, o Inovus. Utilizaremos o Design Sprint, metodologia que permite testar uma ideia ou projeto em poucos dias. Vamos contribuir para que as empresas, independente do porte, grandes ou pequenas, possam investir em inovação. Outras empresas e entidades estão trilhando o mesmo caminho, Maringá tem hoje 40 startups. Aqui há um ecossistema propício à inovação e novas tecnologias. Há aceleradoras, grupos de investidores, coworkings, incubadora, e excelentes cursos na área de Tecnologia da Informação. Quem tem boas ideias e projetos encontra um ambiente colaborativo na cidade. As aceleradoras ajudam a validar e aperfeiçoar um negócio, bem como a encontrar investidores. Os mentores estão sempre dispostos a contribuir com bons projetos. Os investidores garantem o capital. O Sicoob, por exemplo, criou a Evoa, que oferece um programa de aceleração gratuita – a ACIM é uma das mantenedoras da Evoa. O Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) e a Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Maringá (AEAM) estão investindo num espaço de inovação para ajudar empreendedores a encontrar soluções para os problemas da construção civil. Há eventos voltados para a apresentação de projetos, inspiração, rodadas de negócios junto a mentores e maratona de programação. O Tecpar abriu o primeiro edital voltado para as empresas com possibilidades múltiplas de industrialização com foco na inovação e tecnologia de ponta – a inscrição vai até 19 de dezembro. A Software by Maringá também está viabilizando um Parque Tecnológico, com foco em desenvolvimento na área de Tecnologia da Informação. Com um ambiente tão propício, empreendedores e empresas encontram respaldo para investir em inovação. Buscaremos esses atores. A ideia do Inovus, que vai funcionar a partir do ano que vem, não é atender somente startups. E sim ajudar a criar produtos, serviços ou processos, validando ideias e contribuindo para consolidar a cultura de inovação entre os micro e pequenos negócios. Michel Felippe Soares é presidente da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM)

O presidente da ACIM, Michel Felippe Soares, participou de reunião com o presidente da Agência Paraná Desenvolvimento

O presidente da ACIM, Michel Felippe Soares, participou de reunião com o presidente da Agência Paraná Desenvolvimento, José Eduardo Bekin. O tema foi a ampliação na velocidade nos trâmites do Detran para o emplacamento de veículos. A ACIM tem feito esforços para atrair para o Paraná, em especial para Maringá, o investimento de locadoras destacadas nacionalmente. Hoje elas estão concentradas em Minas Gerais. Uma atual negociação pode progredir caso o processo com o Detran ganhe a agilidade necessária, promovendo um incremento importante em recolhimento de tributos, o que gerará alavancagem econômica na área.